Em 1998, Yiftah Peled muda-se para Florianópolis (SC) levando em sua bagagem uma produção já reconhecida pela crítica brasileira e uma vontade enorme de conhecer artistas catarinenses, trocar idéias, discutir conceitos. Texto de Charles Narloch.
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Reserva é a arqueo-paleontologia contemporânea de Clara Fernandes. Discute visualmente o hábito humano de colecionar, contrastando-o ao conceito de uso indiscriminado da matéria. A fossilização acelerada dos elementos naturais – galhos, folhas, terra e húmus – engaiolados nas malhas metálicas de cestaria, traz à tona a fragilidade da vida. Texto de Charles Narloch.
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Na arquitetura fantástica de Jandira Lorenz, elementos históricos nivelam-se uns sobre os outros, sem se prender à necessidade de representação hermética. Texto de Charles Narloch, publicado durante a exposição "Prestígio do Papel", exposta no Museu de Arte de Santa Catarina, em Florianópolis (SC), 2002.
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O crítico de arte João Otávio Neves Filho celebra a mais recente produção da gravurista Lú Pires, destacando a trama de efeitos, os dramáticos contrastes entre os feixes de luz e cor e os efeitos expressivos de grande tensão, coesão e força.
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Rommulo Vieira Conceição, de Porto Alegre (RS), é um dos artistas selecionados no programa de exposições do Centro Cultural São Paulo - CCSP, em 2007. Ele participa da terceira mostra do programa, com texto de apresentação de Carla Zaccagnini. Até 11 de dezembro.[+]
Na escritura vital de Lú Pires, que mostra gravuras coloridas na Fundação Badesc, em Florianópolis (SC), Joca Wolff destaca os enquadramentos sutis de traços e cores, a força e o silêncio de seus dizeres.
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Marta Martins mergulha na trajetória de Fernando Lindote, apontando, entre outras questões, fusões e diversas reincorporações ocorridas ao longo do tempo, nas quais destacam-se com certa recorrência temática elementos maquinico-vegetais-animais.
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Fernando Peres é um dos artistas de Pernambuco que participa da "Mostra Catálogo Dois Pontos". No "Programa Jovens Críticos", paralelo à mostra, Carolina Ruoso analisa a obra do artista. A iniciativa é do portal Dois Pontos.
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Rodrigo Cunha apresenta sua exposição "Exuberante passividade", pelo Sesc, em várias cidades de Santa Catarina Texto de João Evangelista de Andrade Filho.
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Em 2007, Tom Lisboa expõe na Galeria da Caixa, em Curitiba (PR). Na abertura, apresenta seu site e lança o primeiro "Guia de Visitação" das polaróides (in)visíveis. Texto de Paulo Jordão e Rosana Monteiro.
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Ao transitar pelos despojos da modernidade brasileira, Farnese de Andrade reconstruiu o mundo em favor de uma poesia visual. A força de seu trabalho, segundo Fernando Boppré, está justamente no assumir uma "presença ausente" submetida a um rigor formal sem precedentes.
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Renata de Andrade expôs em 2007 no Museu Victor Meirelles, em Florianópolis (SC). Para Ricardo Resende, o discurso da artista reforça que tudo pode ser assimilado como arte, até mesmo o nada ou o lixo.
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Rogério Ghomes vem se apropriando da fotografia como meio para realizar seu trabalho. Temas como identidade e ausência permanecem e constroem sua poética. Ricardo Resende comenta a exposição "Todos precisam de um espelho para lembrar quem são", realizada na Galeria Ybakatu - Espaço de Arte, em Curitiba (PR), em 2007.
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A Galeria Virgílio, em São Paulo (SP), inaugura a exposição "Quimera", de Alice Shintani, que ocupa uma sala inteira, pintando no chão e nas paredes. O ambiente imersivo criado insere o visitante na obra e estabelece leituras além do visual. Texto de Guy Amado. Até 1o de setembro.[+]
Há um Newton às avessas nos seres e objetos de Julia Amaral. Nos trabalhos da artista, procede-se com outra experiência: uma reanimação das coisas pela alteração de suas massas - o gesto quase teatral de re-dramatizar o mundo. Texto de Fernando Boppré.
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Iconografia pop é um dos principais elementos do trabalho de Tony Camargo. Em sua individual "Aspecto A", no Museu de Arte Contemporânea do Paraná, em Curitiba (2007), o artista apresentou imagens que destacam propriedades do "presente", e que suscitam problemas e questões estruturais da história da arte universal. Texto de Artur Freitas.
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Bettina Vaz Guimarães expõe em 2007 na Galeria Vicente Rego Monteiro, da Fundação Joaquim Nabuco, no Recife (PE), seus desenhos em grande escala nos quais representa objetos do cotidiano. Moacir dos Anjos escreve sobre a mostra.
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João Evangelista Andrade Filho analisa a produção recente de Yara Guasque, um conjunto de aquarelas em que ela explora um número sem fim de peripécias e constrói um diário cujo início e término pouco importam.
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Ao armar, construir, encontrar fissuras na subjetividade, o artista Paulo Damé, segundo José Kinceler, reinventa as formas do espaço, desestabiliza o espectador e atesta a aventura de não se deixar prisioneiro de si mesmo.
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Em "Vestígios de um cometa", Tania Mara Galli Fonseca, professora da UFRGS, analisa a obra de Luiz Henrique Schwanke, afirmando-a como um rastro de uma experiência que desapossa o sujeito em si e do mundo.
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Carlos Asp e Fernando C. Boppré tiraram do baú sete anotações sobre as "Traças" de Aline Dias, expostas no Museu de Arte de Santa Catarina durante a última edição do Salão Nacional Victor Meirelles.
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Kamilla Nunes, acadêmica do curso de artes da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), escreve sobre a poética de Meyer Filho. Construída a partir de montagens, derivações e latências, o artista rasga o manto do tempo em favor de criaturas inomináveis.
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Narjara Reis participa da mostra "Pretexto", organizada pelo Sesc/SC no Museu Hassis, em Florianópolis (SC). Fernando Boppré escreve sobre as fotografias da artista.
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Em exposição através do circuito de artes visuais do Sesc/SC, os desenhos do artista Carlos Asp são realizados com a força do gesto. Texto de Victor da Rosa.
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O Museu Victor Meirelles, em Florianópolis (SC), abriu a exposição "Ciranda", da artista paulista Ana Elisa Dias Baptista. Para o ensaísta Victor da Rosa, a artista "realiza um movimento de recuperação da morte".
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Charles Klitzke é um dos selecionados no programa de exposições do Centro Cultural São Paulo (CCSP) de 2007. Uma façanha que se mostra possível a tantos outros jovens artistas do "interior" do Brasil. Texto de Charles Narloch.
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O Museu Victor Meirelles, em Florianópolis (SC), inicia seu calendário de 2007 com a exposição "Ciranda", da artista Ana Elisa Dias Baptista, que apresenta 33 gravuras. Texto de Néri Pedroso.
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Walmor Corrêa vai na contramão da pressa que marca o tempo contemporâneo. Dono de uma trajetória internacional, contabiliza resultados significativos e leituras críticas diversas. Texto de Néri Pedroso, exclusivo para o Net Processo.
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Fernando C. Boppré comenta a produção híbrida de Cláudio Trindade e o define como "um artista-poeta iconoclasta: poemas que se transformam em objetos, artista visual que é também poeta".
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Patrícia Laus joga com os sentidos do espectador, associando negativos fotográficos ao ato de pintar. Sua exposição aconteceu no Bar e Café Don Joaquim, em Florianópolis (SC). Texto de Néri Pedroso.
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Leonilson não esconde seu gesto, o corpo que o constitui, enfim, o próprio movimento do erro e da imperfeição que cria o trabalho – “(...) o negócio da mão é o prazer de dar o ponto, de errar”, diz o artista. Creio que nem fosse preciso saber da cena do hospital para perceber que aquele garrancho era a letra de um cansaço, a cena de um corpo limitado. Texto de Victor da Rosa.
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Renata Patrão expôs no Espaço Arco, em Florianópolis (SC), no Projeto Dobras, que tem como objetivo concretizar a primeira individual de artistas em início de carreira. "Um mosaico formado de pedaços geométricos levemente irregulares de papel dourado, referência à cor do ouro, confere ao trabalho um aspecto valioso." Texto de Fabíola Scaranto.
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A série "Divina Comédia", de Paulo Gaiad, pode ser exemplar para que se reflita sobre como o trabalho de arte contemporânea, muito mais que o trabalho de herança moderna, define-se apenas e tão somente pelas regras que ele mesmo define para si. Ele tende sempre a ser uma mescla ou – como queria Barthes – um cruzamento de vários textos. Texto de Tadeu Chiarelli.
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El pensamiento creativo, la critica, son valores devaluados que solo pueden resignificarse en tanto se introduzcan en circuitos cuyos sujetos prioricen redes de lazos afectivos y nuevas percepciones de la temporalidad que se practiquen mas allá dispositivo de exhibición. En otras palabras que puedan producir relaciones subvertidas con otros sujetos, relaciones que antes no existían mas allá de la muestra1. Como plantea Traplev poner en disponibilidad, hacer posible una intromisión, pensar en el acontecimiento y crear una articulación. Texto de Teresa Riccardi.
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Texto de Victor da Rosa sobre o artista paulistano Rafael Campos da Rocha, publicado no jornal A Notícia por ocasião de sua exposição no Espaço ARCO, em Florianópolis (SC), em julho de 2006.
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Texto de Victor da Rosa sobre a artista catarinense Letícia Cardoso, publicado por ocasião de sua exposição "Primavera", em Florianópolis (SC), em março de 2006.
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Texto de Rubens Espírito Santo sobre a artista Tamara Espírito Santo, sobre sua individual Contiguitãs, na Galeria Baró Cruz, em São Paulo, em julho de 2006.
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Conhecedor competente da técnica fotográfica, Leandro Vitto mostra uma filiação estética que o coloca, diretamente, em diálogo com vários fotógrafos nacionais. Esta foi a sincronia perfeita para quem se propôs a trabalhar sem flash nem tripé, em ambientes escuros e a penetrar nos recônditos inexplicáveis das sombras, onde a luz é a própria fé. Texto de Fernando Augusto.
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Schwanke produziu um conjunto de trabalhos tão coerentes ao seu tempo que, certamente, qualificam o artista como um dos principais expoentes da arte brasileira dos anos 80. Por suas características, suas obras permitem situá-las exatamente nesse período da história recente. Infelizmente, poucos conhecem esse legado. Texto de Charles Narloch. [+]
A trajetória de Raquel Stolf é conhecida pela abordagem de questões conceituais relacionadas ao branco. Texto de Charles Narloch, publicado durante a individual da artista no Museu Victor Meirelles, em Florianópolis (SC), 2002.
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Schwanke pôde ver muito além de quaisquer dispersões luminosas visíveis a um olhar desatento. Para ele, ver era divagar entre sentidos e sentimentos. O que há então por trás da visão daquelas elegantes colunas eretas de bacias plásticas vermelhas? Texto de Charles Narloch.
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Às vezes, os desenhos de Zé Lacerda tomam a parede inteira, do piso ao teto, com figuras humanas, partes do corpo, animais, aviões, carros e helicópteros. Texto de Charles Narloch publicado por ocasião da individual do artista no Museu de Arte de Santa Catarina, em Florianópolis (2002).
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Guido Heuer reforça antinomias particulares em suas mais recentes obras da série "Dreck". Ao fragmentar e organizar a origem do caos, o artista apresenta argumentos visuais que estabelecem ordem à desordem, profundidade à superficialidade e valor estético à ausência deste. Texto de Charles Narloch publicado no catálogo da exposição individual do artista, pelo SESC/SC, em 2002.
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Texto de Charles Narloch comentando a exposição individual "Experiências com o corpo", de Fernando Lindote, no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, 2002.
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Texto de Charles Narloch publicado em 2001, durante a exposição individual "Vazante", de Clara Fernandes, no Museu de Arte de Santa Catarina, em Florianópolis.
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